domingo, 3 de abril de 2011

Minha, agora, borboleta.

Sexta indo por banheiro da unifesp achei num canto essa borboleta morta. Dai na hora resolvi que ela ficaria no meu moleskine, que agora anda com tudo. Tem até umas poesias, mas não ouso coloca-las aqui, são bem ruins. Mas queria mostrar ela, é bem simples, mas ao mesmo tempo encantadora. E como eu colei ela, tirei uma foto.

4 comentários:

  1. "até umas poesias, mas não ouso coloca-las aqui, são bem ruins.."
    Nós só saberemos que são ruins, lendo. ahsdhsaha
    O processo que a borboleta passa até se tornar borboleta é bonito e explica muito coisa.

    ResponderExcluir
  2. "Borboleta pequenina e bela
    sempre atraída pela flor
    Veio pousar em poemas
    Num movimento de amor
    Veio mandada por Drummond
    peito...porta...estranha flor
    estranho amor escrito
    que a paixão pede que sele
    com nome de menina e letra
    Dani L “
    (poema de Roberto Menezes , num improviso para comentar a borboleta do blog)

    ResponderExcluir
  3. MEU COMENTÁRIO 2:

    Esta borboleta veio pousar logo sobre a flor do Drummond, que furou o asfalto, venceu o tédio,o nojo e o ódio.A autora faz seus feitiços e põe a borboleta sobre um signo flor.
    E a própria borboleta virou signo criado por Danielly Teles: no título do texto ela diz "Minha, agora, borboleta". Quer dizer,a borboleta só é borboleta porque pousou na flor-signo de Carlos Drummond de Andrade. Danielly Teles, quando você capricha no rigor, e usa,intuitamente ou não, "o pulso emocional da razão"(José Guilherme Merquior) você recria um texto moderno,surpreendente e flutuante. Que nem o vôo de uma borboleta.

    ResponderExcluir
  4. É, eu gosto bastante deles.
    Ah, aqui tá tudo bem, to cheia de coisa pra fazer já! Haha, e aí?
    Beijo!

    ResponderExcluir